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Visão das Américas Sobre Crescimento de Igreja I

Visão das Américas Sobre Crescimento de Igreja I

I Coríntios 3.6 e 7: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento”.

Orlando Costas, um dos maiores pensadores protestantes latino-americanos, desenvolveu um conceito valioso conhecido como “As quatro dimensões do crescimento”. Cada uma tem importância igual e, se crescidas juntas, tendem a produzir ótimos resultados. São estas as dimensões: numérica, orgânica, conceitual e diaconal. Dominicalmente vamos abordar cada uma. Hoje pensaremos sobre o crescimento numérico.

Compreendemos, com base em I Coríntios 3. 6 e 7, que o crescimento vem de Deus. É Deus quem dá o crescimento. A Bíblia ao falar sobre crescimento numérico se distancia da ideia de um “inchamento” ou adesão inconsequente. O movimento é conduzido por Deus, que através de seu Espírito Santo convence o ser humano e produz a conversão. O texto também ensina que o homem precisa plantar e regar. Há um trabalho de Deus e também uma ação humana. É necessário um trabalho sério e dedicado no campo do plantar e regar.

Defendemos dois pressupostos para o crescimento numérico:

i. Relevância:
• A relevância do crescimento está na ação humana de plantar e regar ao lado da mais extraordinária e poderosa ação de Deus que é levar pessoas à conversão. O não crescimento pode indicar a ausência dessa parceria. Uma questão valiosa é entender o crescimento numérico não como um recorte na história, mas enxergar toda a história e assim analisá-la. Este mesmo crescimento jamais poderá ser debatido como igual para todos, mas sempre a partir das realidades locais.

ii.Foco:
• O foco do crescimento numérico está na certeza de que perdidos precisam ser achados, de que eleitos necessitam desfrutar dos benefícios da salvação, para que desesperados descubram a esperança, para que casais achem prazer na fidelidade, para que filhos alegrem-se em honrar seus pais, para que haja harmonia no indivíduo, na família e na comunidade.

Com base nestes pressupostos, o crescimento numérico não pode ser a custo do conteúdo, a fim de que não perca sua essência, e assim sua relevância e foco. Dois perigos rondam o conteúdo e podem comprometer os resultados: a relativização do evangelho e a adulteração do evangelho. A relativização e a adulteração podem produzir crescimento numérico, mas não será consistente, verdadeiro, nem tão pouco o que vem de Deus. O evangelho não precisa ser reinventado, a sua linguagem dever ser sim adequada, mas aplicada com simplicidade e profundidade.

O caminho do crescimento numérico nas Américas tem sido evidente, pela graça de Deus. Contudo, no entendimento de nossa igreja, o foco não são os números, mas as pessoas. Cada vez que um pecador se arrepende, que um filho volta para a Casa do Pai, que o evangelho muda alguém de dentro para fora, abraçamos uma certeza: Jesus é o Senhor desta igreja. Somos, todos, instrumentos de Deus para levar a mensagem cristã aos nossos amigos e familiares, isto é, plantar e regar. No mais, cremos de coração que Deus dará o crescimento.

Um abração do pastor,
JR Vargas

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